Ocasionalmente se detinha algum tempo nos olhos de alguém, e imaginava como seria sua vida se algo acontecesse e fizesse com que aquela pessoa se movesse em direção a ele, era já uma coisa tão comum aquela altura de sua vida que já estava acostumado aos frequentes olhares de desprezo e atitudes de indiferença, afinal, sabia, como quem sabe que um e um são dois, que com certeza não seria daquela vez que as coisas funcionariam, pois não era a primeira vez que acontecia, e, com certeza não seria a última, estava cansado de esperar, e sem muitas esperanças de encontrar o que procurava, para seu azar ainda havia alguma esperança em alguma parte dele que gostaria de arrancar a facadas, assassinar e enterrar onde ninguém jamais encontraria, infelizmente ainda não descobrira um punhal imaginário capaz de fazer isso.
Era confortável seguir o fluxo, e pretendia continuar assim até o sempre... mas nunca se sabe quando algo vai acontecer no meio do caminho e mudar tudo não é? e por isso continuava sempre ali, com sua boba parte de esperança tentando encontrar não se sabe bem o que...
2 comentários:
mais do que compreender ... conviver com isso!! e não saber quando terá fim ... e usar a esperança como um escudo, um escudo frágil mas não deixando de ser um escudo ... éeh como diz um amigo meu : " é tenso!"
Outro texto seu q curti demais!!
obs: por q será neh?? rsrsr
tirando a parte da garota!! ^^
eaah...escudo,do qual td mundoo usaa acredito eeeo~sem excessão~...num tem como viver sem,msm q neguem/se foor pensar eh como se fosse o impulso pra continuar a vida.Msm usado como escudo.
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