quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ah... O céu!

E ele pulou, como se soubesse voar.

E a cada metro mais próximo do chão, uma de suas ridículas preocupações efêmeras e mundanas se dissipava, e imaginava como seria se encontrar com Deus, ou não, já fazia algum tempo que não tinha certeza de alguma coisa, a única certeza que teve foi que não tinha nascido para lidar com aquilo.

Em plena tarde quente de quarta-feira, aquele dia irritante da semana, quando não se pode nem emendar o feriado, ele pairava sobre a cidade, e era uma vista linda! sempre havia sonha em voar, só não fazia parte do plano cair a uma aceleração de 9 m/s², mas tudo bem mesmo assim sentia a brisa no rosto, que aquela altura já era um verdadeiro tufão, e sentia seus problemas se esvaírem no vento.

e mais ou menos na metade do caminho, com um sorriso no rosto, pensou: "finalmente livre!"