Como entender a falta de respeito das pessoas com tudo que elas não reconhecem como seu?
Como entender movimentos supostamente populares que se tornam tudo o que deveriam não ser, elitizados e preconceituosos?
Porque diabos as pessoas deturpam conceitos até que eles se tornem irreconhecíveis e percam o sentido?
Preconceitos todos nós temos, mas normalmente por um motivo justificável... O problema é o preconceito grtuito (e consequentemente a violência gratuita).
Afinal, porque odiar uma pessoa por algo que ela nunca fez? Ou algo que ela não decidiu?
É impressionante como as pessoas simplesmente acham mais facil desprezar e destruir algo que não conhecem, ao invés de tentar entender as razões...
Pessoas tentando mostrar qualidades que não tem também são muitas nos dias de hoje...
Seja tentando inspirar inveja, seja tentando chocar.
Se tiverem oportunidade leitores, ouçam uma "música" d'O Teatro Mágico chamada "Os Insetos interiores" e entenderão perfeitamente o que este humilde e anônimo autor tenta dizer.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Ah a Encheção de saco!
É incrivel como as pessoas, de repente, de dois anos para cá ficam incomodadas, tem aversão e até chegam a passar mal ao sentir cheiro de cigarro, enquanto há alguns anos atrás ninguém nem se importava se você fumava ou não.
Tem sempre também aquela história de que os fumantes causam prejuízo aos cofres púlblicos, mas, convenientemente, todos esquecem-se nessa hora de que nós fumantes geramos por ano cerca de sete bilhões em impostos, pois o imposto do cigarro está entre os maiores do Brasil (e isso REALMENTE não é pouco).
E além de tudo isso, ainda temos que ouvir que a lei seca é ruim. Afinal para onde foi o politicamente correto quando se trata da birita vossa de cada sexta?
E o se escondeu o que é certo quando tiraram vantagem de alguém só para ganhar alguma coisa boba?
É realmente contraditório, não?
Sem mencionar, as conveções de que todo político é ladrão e todo funcionário público ganha a vida sem trabalhar... Afinal... Não gosto de ser convencional...
Enfim... Pense nisso caro leitor, reflita, tente, ao maximo possível, se livrar dessa hiprocrisia que plantaram em você, não pela sociedade, mas pelas pessoas que você ama...
Tem sempre também aquela história de que os fumantes causam prejuízo aos cofres púlblicos, mas, convenientemente, todos esquecem-se nessa hora de que nós fumantes geramos por ano cerca de sete bilhões em impostos, pois o imposto do cigarro está entre os maiores do Brasil (e isso REALMENTE não é pouco).
E além de tudo isso, ainda temos que ouvir que a lei seca é ruim. Afinal para onde foi o politicamente correto quando se trata da birita vossa de cada sexta?
E o se escondeu o que é certo quando tiraram vantagem de alguém só para ganhar alguma coisa boba?
É realmente contraditório, não?
Sem mencionar, as conveções de que todo político é ladrão e todo funcionário público ganha a vida sem trabalhar... Afinal... Não gosto de ser convencional...
Enfim... Pense nisso caro leitor, reflita, tente, ao maximo possível, se livrar dessa hiprocrisia que plantaram em você, não pela sociedade, mas pelas pessoas que você ama...
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Ah... A poesia
Me sinto um tanto mais poético nos últimos dias
creio que tenho absorvido muito da musica e da poesia d'O Teatro Mágico
Tenho tomado algumas decisões na minha vida, como por exemplo fazer o que ru quero, independente de qualquer influência externa. Vai ser díficil eu sei, mas pelo menos de uma coisa terei certeza, os erros meus serão só meus sem a influência de mais ninguém, e meus acertos serão mérito meu. Egoísta não?
Prazer esse sou eu, um ser humano como qualquer outro, egoísta como todos!
creio que tenho absorvido muito da musica e da poesia d'O Teatro Mágico
Tenho tomado algumas decisões na minha vida, como por exemplo fazer o que ru quero, independente de qualquer influência externa. Vai ser díficil eu sei, mas pelo menos de uma coisa terei certeza, os erros meus serão só meus sem a influência de mais ninguém, e meus acertos serão mérito meu. Egoísta não?
Prazer esse sou eu, um ser humano como qualquer outro, egoísta como todos!
terça-feira, 2 de setembro de 2008
sem sentido
O humor não tem forma
Dessa forma não pode ser definido
O humor não tem cor
Portanto não sofre preconceito
O humor não tem sentido
Nem precisa, ele é o sentido por si só
O humor não pode ser contido
Pois é a força mais forte que há
O humor não precisa de regras
Ele quebra a todas
O humor só depende de nós
São nossas ações que o mantém vivo
pulsante
Bem-humorado
É dele que tiramos forças para encarar os tropeços
Para achar graça até nos nossos erros
Assim como qualquer outra poesia!
Assim como qualquer outra emoção!
Assim como qualquer outro ser humano!
Dessa forma não pode ser definido
O humor não tem cor
Portanto não sofre preconceito
O humor não tem sentido
Nem precisa, ele é o sentido por si só
O humor não pode ser contido
Pois é a força mais forte que há
O humor não precisa de regras
Ele quebra a todas
O humor só depende de nós
São nossas ações que o mantém vivo
pulsante
Bem-humorado
É dele que tiramos forças para encarar os tropeços
Para achar graça até nos nossos erros
Assim como qualquer outra poesia!
Assim como qualquer outra emoção!
Assim como qualquer outro ser humano!
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Ah a REVOLTA!
Hoje, um dia quente como quase todos ultimamente... meu dia começou como qualquer outro, me levantei, tomei banho, tomei café, e fui (infelizmente) trabalhar...
Estava eu atendendo normalmente como qualquer outro dia... Eis que de repente meu dia mudou da água para o vinho! Fui atender uma ligação em inglês, uma que julguei ser apenas mais um atendimento rotineiro... Mas não era!
Uma senhora de idade estava na disney world. Alguns detalhes apenas para pôr vocês leitores à par da história, ela tinha 70 anos de idade, não falava uma palavra de inglês e estava com um marido mais inútil que os netos que estavam com ela...
Agora a história da velhinha: Ela comprou uma passagem para uma atração da disney (sabe-se lá Deus como, já que, como eu disse, ela não falava uma palavra em inglês), e APÓS, sim, APÓS, entrar na atração ela notou que era a atração errada, que não era aquilo que seus netos queriam ver... Foi então que ela teve a brilhante idéia de ir até a administração do parque para trocar suas passagens... É claro que não foi possível pois no verso do bilhete para a atração estava escrito "non-refundable" (não-reembolsável), mas a cliente não queria nem saber, ela queria mesmo era o reembolso do bilhete.
Foi então que ela resolveu ligar para a central de atendimento. Francamente eu não consigo entender os clientes daquele banco... Eles acham que o cartão resolve TUDO!
Você tem câncer em estado avançado?
O cartão resolve!
Você tem AIDS?
O cartão resolve!
Você está devendo para o banco e não deseja pagar?
Está tudo bem! O cartão perdoa sua dívida!
Enfim, a velhinha me pôs para falar com a funcionária da disney (muito simpática e prestativa por sinal), ela me disse, que, apesar do valor não ser reembolsável, ela ofereceu passagens para quatro brinquedos para compensar o valor gasto erroneamente, mas é claro que, como toda boa cliente ela não quis a solução simples, e partiu para a briga, a desculpa dessa vez era que as filas estavam muito grandes.
As filas segundo a funcionária do parque estavam de aproximadamente 30 minutos, fato esse que ocorre aproximadamente uma vez por mês. E, pensando bem, até as filas do playcenter aqui no Brasil são maiores.
Mas enfim, eu realmente não consigo entender a mente dos clientes do banco...
Será que algum dia a ciência conseguirá explicar o pensamento dessa mulher citada acima? Deixo meu registro neste blog esperando que sim...
Estava eu atendendo normalmente como qualquer outro dia... Eis que de repente meu dia mudou da água para o vinho! Fui atender uma ligação em inglês, uma que julguei ser apenas mais um atendimento rotineiro... Mas não era!
Uma senhora de idade estava na disney world. Alguns detalhes apenas para pôr vocês leitores à par da história, ela tinha 70 anos de idade, não falava uma palavra de inglês e estava com um marido mais inútil que os netos que estavam com ela...
Agora a história da velhinha: Ela comprou uma passagem para uma atração da disney (sabe-se lá Deus como, já que, como eu disse, ela não falava uma palavra em inglês), e APÓS, sim, APÓS, entrar na atração ela notou que era a atração errada, que não era aquilo que seus netos queriam ver... Foi então que ela teve a brilhante idéia de ir até a administração do parque para trocar suas passagens... É claro que não foi possível pois no verso do bilhete para a atração estava escrito "non-refundable" (não-reembolsável), mas a cliente não queria nem saber, ela queria mesmo era o reembolso do bilhete.
Foi então que ela resolveu ligar para a central de atendimento. Francamente eu não consigo entender os clientes daquele banco... Eles acham que o cartão resolve TUDO!
Você tem câncer em estado avançado?
O cartão resolve!
Você tem AIDS?
O cartão resolve!
Você está devendo para o banco e não deseja pagar?
Está tudo bem! O cartão perdoa sua dívida!
Enfim, a velhinha me pôs para falar com a funcionária da disney (muito simpática e prestativa por sinal), ela me disse, que, apesar do valor não ser reembolsável, ela ofereceu passagens para quatro brinquedos para compensar o valor gasto erroneamente, mas é claro que, como toda boa cliente ela não quis a solução simples, e partiu para a briga, a desculpa dessa vez era que as filas estavam muito grandes.
As filas segundo a funcionária do parque estavam de aproximadamente 30 minutos, fato esse que ocorre aproximadamente uma vez por mês. E, pensando bem, até as filas do playcenter aqui no Brasil são maiores.
Mas enfim, eu realmente não consigo entender a mente dos clientes do banco...
Será que algum dia a ciência conseguirá explicar o pensamento dessa mulher citada acima? Deixo meu registro neste blog esperando que sim...
quarta-feira, 12 de março de 2008
Dia inspirado!
Não sei por que sinto tanta vontade de escrever. Talvez tenha muita coisa a expressar, a dizer...
Creio que só agora percebo que estou em meio a um processo de transição. Muitas das experiências pelas quais passei recentemente, e uma súbita compreensão de experiências, por vezes dolorosas, anteriores, me leveram a este processo de mudança. Não entendo muito bem o que estou sentindo, a queda de certas "máscaras", por assim dizer, foi a responsável por isso. De uns tempos para cá eu prometi que iria ser totalmente honesto comigo mesmo e com meus sentimentos, ou seja, não iria tentar abafar os meus impulsos de fazer algo, ou de sentir algo.
Mas mesmo assim, algumas máscaras e alguns dogmas implantados em mim antes desse período de auto-análise permaneceram vivos impedindo que eu me visse com nitidez.
Uma experiência, num passado tão distante (que agora parece a léguas de distância) me ensinou que por mais que você deseje ajudar alguém, algumas pessoas não querem ser ajudadas, ou que ainda não cresceram o bastante para tal.
Outra experiência, mais recente dessa vez, ainda muito vívida queimando a minha consciência, me mostrou que por mais que eu queira algo, não estou disposto a magoar ninguém no processo, pois isso me é muito doloroso, talvez até mais do que para a pessoa em questão, o que, é claro, não posso afirmar com certeza, pois a dor não é mensurável, ao contrário do que muitos pensam, e, além disso, não gosto de pessoas com síndrome de mártir, que se consideram vítimas da circunstâncias e vítimas da vida.
Talvez minha concepção da vida ainda seja muito inocente, mas do alto dos meus (apenas) dezenove anos, eu creio que ninguém seja vítima da vida. Nada pode forcá-lo a seguir por um caminho, com força de vontade, e um pouco (ou muito) esforço, você pode alterar sua trilha, ninguém pode forçá-lo a vestir uma máscara, e, na verdade nós a vestimos por medo, e digo nós pois já coloquei e ainda coloco muitas máscaras devido ao meu medo, medo da solidão, medo da incompreensão, do isolamento, da exclusão, pelo menos esses são os MEUS medos.
Creio ser impossível viver sem essas máscaras, mas você tem de retirá-las de vez em quando, mesmo que ninguém veja, para que pelo menos você possa se ver e conhecer seus próprios tabus, seus próprios medos e suas próprias inseguranças.
Creio que só agora percebo que estou em meio a um processo de transição. Muitas das experiências pelas quais passei recentemente, e uma súbita compreensão de experiências, por vezes dolorosas, anteriores, me leveram a este processo de mudança. Não entendo muito bem o que estou sentindo, a queda de certas "máscaras", por assim dizer, foi a responsável por isso. De uns tempos para cá eu prometi que iria ser totalmente honesto comigo mesmo e com meus sentimentos, ou seja, não iria tentar abafar os meus impulsos de fazer algo, ou de sentir algo.
Mas mesmo assim, algumas máscaras e alguns dogmas implantados em mim antes desse período de auto-análise permaneceram vivos impedindo que eu me visse com nitidez.
Uma experiência, num passado tão distante (que agora parece a léguas de distância) me ensinou que por mais que você deseje ajudar alguém, algumas pessoas não querem ser ajudadas, ou que ainda não cresceram o bastante para tal.
Outra experiência, mais recente dessa vez, ainda muito vívida queimando a minha consciência, me mostrou que por mais que eu queira algo, não estou disposto a magoar ninguém no processo, pois isso me é muito doloroso, talvez até mais do que para a pessoa em questão, o que, é claro, não posso afirmar com certeza, pois a dor não é mensurável, ao contrário do que muitos pensam, e, além disso, não gosto de pessoas com síndrome de mártir, que se consideram vítimas da circunstâncias e vítimas da vida.
Talvez minha concepção da vida ainda seja muito inocente, mas do alto dos meus (apenas) dezenove anos, eu creio que ninguém seja vítima da vida. Nada pode forcá-lo a seguir por um caminho, com força de vontade, e um pouco (ou muito) esforço, você pode alterar sua trilha, ninguém pode forçá-lo a vestir uma máscara, e, na verdade nós a vestimos por medo, e digo nós pois já coloquei e ainda coloco muitas máscaras devido ao meu medo, medo da solidão, medo da incompreensão, do isolamento, da exclusão, pelo menos esses são os MEUS medos.
Creio ser impossível viver sem essas máscaras, mas você tem de retirá-las de vez em quando, mesmo que ninguém veja, para que pelo menos você possa se ver e conhecer seus próprios tabus, seus próprios medos e suas próprias inseguranças.
domingo, 9 de março de 2008
Mais um dia de verão
Hoje, um dia quente de verão, diga-se de passagem um ótimo dia quente de verão para muita gente, mas não para mim, euprefiro o frio, talvez seja a minha necessidade de ser diferente, talvez seja a minha necessidade de ser triste, afinal é muito mais fácil num dia nublado.
Mas não é sobre o tempo que desejo escrever, é sobre uma pessoa. Uma pessoa que conheci hoje, uma garota, uma simpática e bonita, coisa rara de se achar nos dias de hoje.
É incrível como posso gostar tanto de uma pessoa com meia hora de conversa. Conversa essa, aliás, que girou a maior parte do tempo em torno de trabalho, alguma coisa sobre animê e mangá, e também sobre o namorado, ah, o namorado, sempre há um...
Mas realmente, não é ele que me incomoda. Não, não é isso que aperta meu peito, o que o aperta é que eu sinto que deixei passar uma oportunidade com alguém, como casal eu digo, pois afinal esse não é o único tipo de relacionamento que pode-se manter, mas uma amizade talvez. Pelo pouco que eu vi, e pelo que minha intuição me diz, ela era uma pessoa simpática que gosta de ajudar. Eu gosto de pessoas assim. Talvez por eu ser simpático (ou pelo menos tentar) e gostar de ajudar as pessoas.
Sinto que talvez seja uma oportunidade perdida, talvez até perdida para sempre, e não pretendo mais perder oportunidades, de conhecer pessoas, de fazer algo que gosto, enfim, de ser uma pessoa melhor.
Mas não é sobre o tempo que desejo escrever, é sobre uma pessoa. Uma pessoa que conheci hoje, uma garota, uma simpática e bonita, coisa rara de se achar nos dias de hoje.
É incrível como posso gostar tanto de uma pessoa com meia hora de conversa. Conversa essa, aliás, que girou a maior parte do tempo em torno de trabalho, alguma coisa sobre animê e mangá, e também sobre o namorado, ah, o namorado, sempre há um...
Mas realmente, não é ele que me incomoda. Não, não é isso que aperta meu peito, o que o aperta é que eu sinto que deixei passar uma oportunidade com alguém, como casal eu digo, pois afinal esse não é o único tipo de relacionamento que pode-se manter, mas uma amizade talvez. Pelo pouco que eu vi, e pelo que minha intuição me diz, ela era uma pessoa simpática que gosta de ajudar. Eu gosto de pessoas assim. Talvez por eu ser simpático (ou pelo menos tentar) e gostar de ajudar as pessoas.
Sinto que talvez seja uma oportunidade perdida, talvez até perdida para sempre, e não pretendo mais perder oportunidades, de conhecer pessoas, de fazer algo que gosto, enfim, de ser uma pessoa melhor.
quarta-feira, 5 de março de 2008
Mim mesmo...
Não sei muito bem por onde começar (acho que esse já é um começo afinal, não?). Estava hoje lendo um livro de Paulo Coelho ("Onze Minutos", muito bom por sinal), conta a história de uma pessoa se descobrindo, e descobrindo um amor...
Acho que isso despertou em mim a curiosidade de pensar em como sou e nas minhas decisões.
Há aproximadamente um ano, terminei com uma namorada, uma pessoa com quem eu mantive uma relação mais ou menos parecida com a relação mantida pelo casal do livro, acabei cortando relações com essa pessoa por causa (ou pelo menos foi que eu pensei na época), de sua ingenuidade e falta de segurança... E prometi a mim mesmo que voltaria a falar com ela dentro de um ano...
Creio que passei muito tempo me convencendo de que seria o certo a fazer, o certo para mim e para ela...
Acho realmente que não me faria bem tornar a vê-la, talvez isso quebrasse a minha certeza de que a coisa certa foi deixá-la, mas agora, após a leitura de um livro e alguns solitários momentos de reflexão no trem, a verdade me atingiu como um raio, agora sei que não quero me reencontrar com ela pois creio, que agora, lúcido do que sinto, que encontrá-la poderia estragar a lembrança do que tivemos, estragar o amor que eu senti, e, acreditem, eu sei que ela me amava também, pois eu sempre olho nos olhos das pessoas e os olhos, por mais brega que isso pareça são mesmo as janelas da alma. Um amor despreocupado, livre do mundo, livre dos tabus. Foi duro para mim voltar a ser meu "eu normal", ser como todo mundo, em busca de algo que não sei o que é, e muito menos quando vou encontrar.
Talvez encontrá-la seja devastador para mim, saber que fomos apenas mais um casal. Gostaria de pensar que sou diferente, mas a verdade é que não sou, sou um homem como qualquer outro, e não estou dizendo de forma alguma que os homens, ou as pessoas para ser mais abrangente, sejam iguais.
Coloco nestas linhas todo o meu desejo e a minha esperança de que tudo que eu vivi seja real pois para mim tudo que eu sinto é real. Guardo a certeza de que tudo que uma pessoa sente e pensa, se para ela é real e honesto, então é verdade, mesmo que seja apenas por uma fração de segundo.
Acho que isso despertou em mim a curiosidade de pensar em como sou e nas minhas decisões.
Há aproximadamente um ano, terminei com uma namorada, uma pessoa com quem eu mantive uma relação mais ou menos parecida com a relação mantida pelo casal do livro, acabei cortando relações com essa pessoa por causa (ou pelo menos foi que eu pensei na época), de sua ingenuidade e falta de segurança... E prometi a mim mesmo que voltaria a falar com ela dentro de um ano...
Creio que passei muito tempo me convencendo de que seria o certo a fazer, o certo para mim e para ela...
Acho realmente que não me faria bem tornar a vê-la, talvez isso quebrasse a minha certeza de que a coisa certa foi deixá-la, mas agora, após a leitura de um livro e alguns solitários momentos de reflexão no trem, a verdade me atingiu como um raio, agora sei que não quero me reencontrar com ela pois creio, que agora, lúcido do que sinto, que encontrá-la poderia estragar a lembrança do que tivemos, estragar o amor que eu senti, e, acreditem, eu sei que ela me amava também, pois eu sempre olho nos olhos das pessoas e os olhos, por mais brega que isso pareça são mesmo as janelas da alma. Um amor despreocupado, livre do mundo, livre dos tabus. Foi duro para mim voltar a ser meu "eu normal", ser como todo mundo, em busca de algo que não sei o que é, e muito menos quando vou encontrar.
Talvez encontrá-la seja devastador para mim, saber que fomos apenas mais um casal. Gostaria de pensar que sou diferente, mas a verdade é que não sou, sou um homem como qualquer outro, e não estou dizendo de forma alguma que os homens, ou as pessoas para ser mais abrangente, sejam iguais.
Coloco nestas linhas todo o meu desejo e a minha esperança de que tudo que eu vivi seja real pois para mim tudo que eu sinto é real. Guardo a certeza de que tudo que uma pessoa sente e pensa, se para ela é real e honesto, então é verdade, mesmo que seja apenas por uma fração de segundo.
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